Pular para o conteúdo principal

2 de julho de 2018

Há 195 anos comemoramos o dois de julho, data que marca a saída das das tropas portuguesas liderada por Madeira de Melo na cidade da Bahia, consecutivamente a independência do Brasil na Bahia. Antes de começar a estudar sobre o 2 de julho, acreditava que era um data onde houve uma batalha e fomos vencedores, bom, a batalha existiu, na verdade foram várias. A data em que comemoramos a independência, foi a saída das tropas portuguesas da Bahia de Todos os Santos. 

Sobre o 2 de julho de 2018

Esse ano temos dois eventos de grande proporções, a Copa do Mundo e Eleições para presidente entre outros cargos políticos. Exatamente hoje (02/07/2018) aconteceu o jogo da seleção brasileira às 11:00h horário de brasília, o que ao meu ponto de vista prejudicou muito o cortejo e desfile (pela euforia das pessoas em querer ir assistir o jogo) por isso torci para o Brasil passar como segundo colocado, assim ele jogaria dia 03/ 07/2018  às 11:00h. 

Ao chegar ao pelourinho próximo das 10:00h da manhã, já encontramos o carro dos caboclos parado perto da estatua de Tome de Souza, o que em outros momentos isso só ocorreria lá para as 11:00.


O desfile é um dos eventos cívicos com maior força popular nacional, segundo o historiador Hendrik Kraay, popular pela sua força, afinal, foi daqui a verdadeira independência (claro que houve ajuda de outras províncias). Logo percebi que a festa tem um carácter também de protesto. Grupos ligados há diversos partidos políticos, com suas bandeiras e faixas de protesto, também desfilaram no trajeto que vai do largo da Lapinha até a frente da Câmara de Vereadores. Foi possível ver muitas pessoas usando camisas com frases pedido a liberdade ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, outras com siglas dos partidos, frase de protesto contra o governo do Estado e do Município. 













Não posso deixar de falar das manifestações religiosas que estavam espalhadas pela festa. Tanto as religiões de matriz africana distribuindo suas bençãos  (até porque existe dentro da religião o culto aos caboclos), quanto as religiões de matriz cristã, pregava e entregava folhetos ou e fitinhas. 






Antes das 10:30 não tinha tanta gente próximo ao carro da Cabocla.










Outras fotos













Fabricio Moreira - Graduando em Historia
vivao2dejulho@gmail.com
71 991996507 whatsapp

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

#BVCP - 25 de junho de 1822: Vila de Cachoeira

25 de junho de 1822: Vila de Cachoeira 25 de junho de 1822: Vila de Cachoeira Marcelo Siquara Doutorando em História - UFBA As lutas em favor da independência brasileira não ficaram restritas ao espaço geográfico ocupado pela cidade do Salvador. Apesar de ter sido frustrada a tentativa de aclamação do Príncipe Regente na capital, as vilas do Recôncavo se mostraram favoráveis a esse tipo de posicionamento. Em linhas gerais, podemos dizer que as autoridades públicas desses espaços mostraram-se concordes quanto à existência de um centro executivo no Brasil.  Inicialmente, no âmbito da discussão que envolve a formação de um novo governo para a província da Bahia, governo esse dissociado daquele exercido por Madeira de Melo em Salvador, fora proposto a formação de uma Junta Interina, Conciliatória e de Defesa. Esta, por sua vez, objetivava conciliar os ânimos da sociedade baiana e manter em evidência a causa da pátria, tendo como espaço privilegiado de atuação a vila de Cachoei...

Em poema

Uma história pode ser contada de varias formas, uns preferente o método acadêmico bem rebuscado e as vezes de difícil compreensão, outros usa uma linguagem mais coloquial, alguns preferem musica ou de forma cênica, mas hoje vamos apresentar alguém que conta a história de Salvador em poemas. Flavio Márcio C. do Sacramento , formado em História pela Universidade Federal da Bahia, em 2017 lançou um livro, Soteropohistória - um pouco da História de Salvador em verso, pela editora Mondrongo/Itabuna. Procurei um link para você que achou interessante adquirir mas não achei nada. Bom o livro possui vários poemas sobre Salvador, que vai de 1501, passando pelas invasões holandesas, revolta dos Malês, passando pela era Vargas. E é claro que para nós, a cereja do bolo, fala sobre o Dois de Julho. Em aproximados 24 poemas, ele vai contando como as história aconteceu. Entre esses poemas iremos citar trechos de dois poemas imagem retirada do facebook da editora mondrongo  CACHOEIRA...